[1] Catulo da Paixão Cearense argued to be the unique composer of the song, however, nowadays the credit is given to João Pernambuco (1883-1947).
que saudade do luar da minha terra Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão Este luar cá da cidade tão escuro Não tem aquela saudade do luar lá do sertão Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão Se a lua nasce por detrás da verde mata Mais parece um sol de prata prateando a solidão E a gente pega na viola que ponteia E a canção é a lua cheia a nos nascer do coração Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão Mas como é lindo ver depois por entre o mato Deslizar calmo, regato, transparente como um véu No leito azul das suas águas murmurando E por sua vez roubando as estrelas lá do céu Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão The song might have its origins in the coco "É do Maitá" or "Engenho do Maitá", which has an anonymous author.
According to Segundo Mozart Bicalho, Catulo said that Luar do Sertão was a northern melody, which belonged to the folklore domain.
Catulo himself declared in an interview to Joel Silveira: "I composed Luar do Sertão listening to an old song (...)".
The historian Ary Vasconcelos, in the work Panorama da música popular brasileira na belle époque (Panorama of Brazilian Popular Music in the belle époque), said that he had the opportunity to listen Luperce Miranda play two versions of the song: the original one and the one modified by João Pernambuco, which he concluded to be rather similar.